Foi bom saber que faço falta para ela, minha menininha que gosta de rebolar, dançando e fazendo cambalhota e ri das coisas que falo, mas também fecha cara com a sinceridade que ela herdou da mãe e diz: - Sem graça!
E ela diz isso de uma forma tão única com aquele rostinho que me encanta e gostaria de poder acompanhar por toda a vida e estar junto para poder amparar e instruir, além de aprender, como aprendi. Aprendi a ser pai, aprendi a compreender a deixar mecher para descobrir, aprendi muita coisa.
Tenho ciúmes de suas primeiras experiências não serem ao meu lado, de não mostrar-te coisas novas e de não poder dizer "te amo minha neguinha!" quando tiver vontade.
Lembro de vê-la acordada bem tarde para podermos ir dormir todos juntos e esperando sempre aquela surpresinha que eu trazia quando voltava do trabalho e era lindo ver sua vozinha me dizendo sobre suas escolhas e vontades tendendo a seguir o atrevimento e imposição de sua mãe, seguindo sua personalidade que a marcava e moldava.
Lindo vê-la rir de mim quando aconselhava a olhar a poça d'água e eu mesmo acabar pisando nela. E ir contar pra todo mundo minha gafe.
Estarei sempre aqui pra quando precisar.
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